Profissional que atendeu Ayla Vitória afirma que lesões não indicavam acidente e reforça suspeita de agressão

Novas informações sobre o caso da bebê Ayla Vitória, de apenas 40 dias, trazem relatos ainda mais graves sobre as circunstâncias das lesões que levaram à sua morte.

Uma profissional que afirma ter participado diretamente do atendimento da criança no Hospital Regional relatou que, pelas características das lesões, não haveria possibilidade de se tratar de um acidente.

Segundo o relato, a recém-nascida apresentava calos ósseos — indicativo de fraturas anteriores já em processo de cicatrização — o que, conforme a denúncia, apontaria que aquela não teria sido a primeira agressão sofrida pela bebê.

Ainda de acordo com a profissional, a criança não apresentava quadro de osteogênese imperfeita (doença que causa fragilidade óssea), hipótese que vinha sendo levantada por algumas pessoas nas redes sociais.

O relato também menciona diversas lesões internas, principalmente no fígado, além da presença de líquido livre no abdômen — achado que, segundo a denunciante, é frequentemente associado a lesões intra-abdominais graves e possível sangramento interno.

A profissional declarou ainda que todos os que estavam de plantão no dia do atendimento teriam concluído que as características das lesões não eram compatíveis com acidente.

Ayla Vitória morreu na segunda-feira (23/02) no Hospital da Restauração, no Recife e foi sepultada em Afogados da Ingazeira na terça-feira, 24 de fevereiro, em uma cerimônia sigilosa pela família.

O caso segue sob investigação das autoridades competentes, que deverão esclarecer oficialmente as circunstâncias da morte da bebê.

 Todos os créditos da postagem a @jerffesondoblog

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