BEBÊ DE MENOS DE DOIS MESES FICOU ENTRE A VIDA E A MORTE E AGUARDA SENHA PARA SER TRANSFERIADA; HOSPITAL EMILIA CÂMARA AINDA NÃO EMITIU NENHUMA NOTA A RESPEITO
Uma testemunha entrou em contato para relatar que as informações foram repassadas de maneira distorcida ao blog.
Segundo ela, os pais da criança não a agrediram, mas não sabe explicar o porquê da bebê estar com fraturas na perna.
Ainda segundo a testemunha que não quis se identificar, ela é uma das responsáveis por ajudar Marília, mãe da bebê a cuidar de Ayla Vitória.
Por algum motivo, ela não quis informar o nome do pai da criança e nem se era menor ou maior de idade. Ela chegou a afirmar que “ele não faria mal a uma mosca” e que é totalmente inocente.
O blog apurou que ele se chama Gabriel e também seria menor, mas uma fonte revelou que ele na verdade é maior e tem cerca de 22 anos. Ele compareceu à delegacia, chegou a ser detido temporariamente e liberado em seguida por falta de provas.
Mas o blog também apurou que o delegado responsável não teria solicitado um exame de corpo de delito e ao que tudo indica, um laudo médico a respeito das possíveis fraturas da criança não teria sequer saído ainda.
Gabriel estaria à disposição da polícia. Ele não se encontra no hospital por questão de segurança.
Vizinhos alegam que Gabriel é praticante de “Grau” e que além de perturbação do sessego, já causou acidente.
A testemunha afirmou ainda que, embora não quisesse de apresentar, é presente na vida do casal e da criança. E que ela só foi levada ao hospital porque estaria com uma secreção no pulmão que a fez ficar sem respirar. Por isso foi levada às pressas ao Hospital Regional Emília Câmara e somente lá ficou sabendo das fraturas e que não houve agressão alguma à bebê, mas que não sabe explicar como ela estaria como essas fraturas, alegando também a criança não teria sequer levado uma queda.
O blog está a disposição dos pais da criança e de quem quer seja para possíveis esclarecimentos. Não estamos aqui para culpar ninguém ou buscar responsáveis. O blog tem o intuito de informar os fatos e também de cobrar por justiça caso sejam confirmadas agressões à pequena Ayla.